Quando uma nova versão para
o cinema do Superman foi anunciada, o detalhe que despertou maior expectativa
foram os nomes por trás do longa, mais especificamente, o diretor Zack Snyder,
responsável por bons filmes como 300, Madrugada dos mortos e Watchmen e pelo
produtor Chris Nolan, que conseguiu realizar a fantástica trilogia do homem
morcego com Christian Bale.
Com um tom bem mais sombrio
e sério do que os longas anteriores, o Homem de aço reúne toda uma gama de
elementos que os fãs amantes dos quadrinhos sempre estavam a espera. Sejam
pelos momentos visuais no planeta Krypton, passando pelos momentos de Clark ao
lado de seu pai de coração( Kevin Constner) e chegando ao ápice com a batalha
final contra o general Zod.
Por sinal, um dos grandes
destaques do longa, sem dúvidas é Michael Shannon( da série Broadwalk Empire)
vivendo o General Zod,o grande vilão do filme, personagem que apareceu no longa
do Super em 1978, mas teve maior destaque em Superman II( 1980). Sem a presença
de alguns fatores que os fãs mais fanáticos logo irão chiar, a aventura
torna-se um delírio visual.
A reinvenção do Superman nas
mãos de Snyder preza mais fortemente o lado humano do herói. Ele está em busca
de respostas por tudo que vem acontecendo em sua vida, tendo em vista que ele
não é uma pessoa qualquer.
O acerto em Henry Cavill,
visto recentemente em Imortais, para dar vida ao protagonista, não poderia ter
sido mais acertada, ele consegue dar ao personagem o tom dramático e sério que
a história propriamente pede, ou seja, um Superman que impõe respeito.
Não podemos esquecer de Lois
Lane, vivida por Amy Adams( Encantada), que consegue criar uma parceria
eficiente com Clark. Entendemos de fato o relacionamento dos dois, e a repórter
esperta e destemida está lá.
Um grande elenco estelar
compõe essa super produção, passando por Russel Crowe( Gladiador) vivendo
Jor-El, pai de Kal-El que tem um papel fundamental quando Zod chega á Terra á
procura de seu filho, e chegando em Laurence Fishburne( o eterno Morpheus) que
vive o chefão do Planeta Diário, Perry White.
Fãs mais fervorosos não irão
se contentar com o resultado final, mas o início de uma reinvenção que promete
justamente por estar em mãos tão
competente, merece sempre o devido respeito, ainda mais sabendo que em uma
próxima parte, um certo morcego dará as caras ao lado do azulão.






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